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13 de jun. de 2014

Projeto "Mãe, o mito"

Feira Cultural Polivalente 2014

O tema da feira foi a "Copa do Mundo".

Em pleno clima de Copa do Mundo, as atividades tiveram como um dos objetivos exaltar o que o Brasil tem de melhor, lembrando aos nossos jovens que nós não temos só o futebol-arte para mostrar ao mundo!

Nosso país é formado por uma diversidade cultural imensa, que deve ser valorizada!

O projeto foi tão interessante que está publicado, inclusive, no blog da SRE-Varginha, um órgão da Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais, que acompanha as atividades nas escolas! Vejam: http://pipemfoco.blogspot.com.br/2014/06/projeto-de-historia-copa-do-mundo-2014.html

Acompanhe o Grupo Polivalente: Arte e Cultura, no Facebook, veja mais sobre o evento.






Nós acreditamos na educação! 

25 de abr. de 2014

Narrativa mítica

MITOS

São narrativas criadas pelas sociedades antigas para explicar o mundo, a origem e o destino da humanidade, a vida, a morte, os sentimentos e comportamentos humanos, fenômenos da da natureza.  

Enfim, são uma forma que a humanidade encontrou para explicar o que a ciência não consegue.   

     Também eram exemplos de vida para as pessoas. Além disso, serviam de fundamento para as crenças e rituais religiosos e até para a conduta social nas culturas antigas.

     Se originaram na tradição oral: eram contados de geração em geração, o que garantiu que, mesmo depois de muito tempo de criados, fossem registrados por escrito.


Eles são classificados em: 

  • mitos cosmogônicos -  relacionados a eventos que explicam o surgimento do Universo 
  • mitos de origem - explicam o surgimento de um local ou de uma tradição.

A narrativa mítica possui todos os elementos de uma narrativa qualquer (leia mais em Elementos da narrativa), entretanto, como todo gênero textual, eles adquirem características próprias para servir ao seu propósito: representar o mítico. 

Veja, a seguir, os elementos da narrativa mítica: 


Espaço mítico

O espaço narrativo marca o lugar onde os fatos se desenvolvem e cumpre diferentes funções no texto, de acordo com o gênero. Em geral, as histórias míticas acontecem em um lugar sagrado, caracterizado por se opor ao habitado pelos humanos.


Tempo mítico


   O tempo narrativo marca o momento em que os fatos acontecem, ou a duração deles. Assim como o espaço narrativo, cumpre diferentes funções, de acordo com a intencionalidade do texto

Na narrativa mítica, o tempo remete às origens, expressando um passado distante, pois as histórias se passam na época da criação daquilo que o mito quer explicar. Os fatos narrados são separados por grandes intervalos de tempo (anos, décadas, séculos...).


Personagens míticas

São consideradas exemplo sublimes de superação e perfeição moral. São deuses e semideuses, heróis, criaturas mitológicas...


Linguagem nos mitos

É formal e culta. Os gregos acreditavam que, para assuntos sérios e personagens sublimes, deveriam usar uma linguagem elevada. A linguagem informal era própria da comédia que, em geral, se ocupava de assuntos banais e tinha como personagens representantes do povo.


Leia mais em Elementos da narrativa 

Leia, a seguir, alguns exemplos de mitos que tentam explicar a origem da vida na Terra.  


O mito da Deusa mãe

8 de out. de 2013

Crítica ou resenha?

Crítica ou resenha?

Entende-se por RESENHA o texto presente em livros, cujo objetivo é despertar no leitor o interesse pelo livro em questão. Temos, então, uma breve apresentação das características básicas da obra, de modo a transmitir uma ideia geral a respeito dela.

Mas não podemos deixar de citar um outro tipo de resenha, muito utilizado no meio jornalístico. É a conhecida CRÍTICA, que tem a intenção de descrever um objeto cultural, seja um filme, livro, CD, peça teatral, etc., emitindo uma opinião a respeito dela.

Tipos de resenha:

Resenha-resumo: É um texto que se limita a resumir o conteúdo de um livro, de um capítulo, de um filme, de uma peça de teatro ou de um espetáculo, sem qualquer crítica ou julgamento de valor. Trata-se de um texto informativo, pois o objetivo principal é informar o leitor.

Resenha-crítica: É um texto que, além de resumir o objeto, faz uma avaliação sobre ele, uma crítica, apontando os aspectos positivos e negativos. Trata-se, portanto, de um texto de informação e de opinião, também denominado de recensão crítica.
Tal postura crítica deve estar presente desde a primeira linha, resultando num texto em que o resumo e a voz crítica do resenhista se completam um ao putro.

O tom da crítica poderá ser moderado, respeitoso, agressivo, etc.

Extensão da resenha:

A extensão de uma resenha depende do espaço que o veículo de comunicação reserva para ela. Todavia, não se trata de um texto longo, como se pode observar em resenhas veiculadas por boas revistas.


Linguagem utilizada


Ela varia de acordo com a obra a que se refere e, consequentemente, o público-alvo. Se a crítica for a respeito de um objeto cultural voltado para jovens, a linguagem utilizada pode ser mais informal, mais despojada. Mas, se tratar-se de uma obra voltada para um público de um nível cultural mais elevado, há de se ter mais cuidado com a escolha do vocabulário, por exemplo.

Estrutura

Por se tratar de um gênero, essencialmente argumentativo, possui uma estrutura um pouco mais livre, se comparado aos demais, variando de acordo com o objeto cultural a que se refere.
Sobre uma peça teatral por exemplo, o resenhista fala sobre autor do texto, elenco atuante, preço do ingresso, horário de exibição, ect.. Já sobre um CD, o crítico comenta a rspeito do nome do artista, gravadora, número de faixas, músicos componentes, preço, data de lançamento etc. 
De todo modo, nesses textos devem constar:
  • O título;
  • A referência bibliográfica da obra;
  • Alguns dados bibliográficos do autor da obra resenhada;
  • O resumo, ou síntese do conteúdo;
  • A avaliação crítica.


Valente (resenha-resumo)



Desde os tempos antigos, histórias de batalhas épicas e lendas míticas foram passadas através de gerações na misteriosa região montanhosa e escarpada da Escócia. Em Valente, um novo conto se une à sabedoria popular quando a corajosa Merida (voz de Kelly Macdonald) confronta tradição, destino e os mais ferozes monstros. Merida é uma habilidosa e impetuosa arqueira, filha do rei Fergus (voz de Billy Connolly) e da rainha Elinor (voz de Emma Thompson). Determinada a trilhar seu próprio caminho, ela desafia um antigo costume considerado sagrado pelos ruidosos senhores da terra: o imponente lorde MacGuffin (voz de Kevin McKidd), o carrancudo lorde Macintosh (voz de Craig Ferguson) e o perverso lorde Dingwall (voz de Robbie Coltrane). Involuntariamente, os atos de Merida desencadeiam o caos e a fúria no reino e, quando ela se volta para uma velha feiticeira (voz de Julie Walters), em busca de ajuda, Merida tem um desejo mal-aventurado concedido. Os perigos resultantes a forçam a descobrir o significado da verdadeira valentia para poder desfazer o brutal curso dos acontecimentos antes que seja tarde demais.

FONTE: 

  • Título Original: Brave
  • País de Origem: EUA
  • Gênero: Animação / Filmes 2012
  • Duração: 100 Minutos
  • Ano de Lançamento: 2012




Gênero: Comédia

Direção: Ulysses Cruz

Duração: 80 minutos

Recomendação: 14 anos

FONTE: http://vejasp.abril.com.br/atracao/tribos, acessado em 8/10/2013.
Tribos
Resenha por Dirceu Alves Jr. (adaptado)

     É uma perturbadora e divertida comédia, escrita pela inglesa Nina Raine e dirigida por Ulysses Cruz. Está explícito que a energia juvenil de Bruno (filho de Antônio Fagundes) contaminou o pai a ponto de fazê-lo apostar em uma encenação moderna, com um elenco numeroso e sem protagonismos, capaz de dialogar com diferentes gerações. Billy (papel de Bruno) nasceu surdo em uma família pouco convencional em que todos podem ouvir. Os pais politicamente incorretos (vividos por Fagundes e Eliete Cigaarini) o criaram em um casulo e não se conformam com a dependência dos outros dois flhos (Guilherme Magon e Maíra Dvorek). A situação se desestabiliza de vez quando Billy se apaixona por Silvia (a atriz Arieta Corrêa), uma garota que começa a ensurdecer depois de adulta. Com diálogos afados e repletos de acidez, o texto é estruturado em nove cenas que abordam a surdez metafórica nas relações pessoais. Como sempre, Fagundes brilha ao aproveitar o histrionismo do personagem, e Bruno mostra potencial na pele do defciente auditivo em busca de identidade. Sobressai também Guilherme Magon. O ator investe em uma sutil interiorização para fortalecer o irmão deprimido de Billy. Estreou em 14/9/2013 e fica em cartaz até 15/12/2013.


E foram quase felizes para sempre”

Grande interpretação apesar de texto ruim

Primeiro monólogo escrito por Heloisa Périssé, “E foram quase felizes para sempre” está longe de ser um bom texto. Mesmo assim, o espetáculo é bom, o que ratifica o talento da atriz como intérprete e grande comediante. Em cartaz no Teatro Vanucci, no Shopping da Gávea, zona sul do Rio de Janeiro, a peça tem excelente cenário de Miguel Pinto Guimarães e iluminação de Maneco Quinderé. Sem dúvidas, a dupla faz a diferença positivamente ao lado de Périssé na conquista dos aplausos a essa produção. 


Gênero: Monólogo cômico
Tempo de Duração: 70 minutos
Classificação: Não recomendado para menores de 14 anos
Texto e atuação: Heloísa Périssé
Direção: Susana Garcia


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 Leia mais em: Info Escola

FONTES:

16 de set. de 2013

Gráficos II


Gráfico da mortalidade infantil no Brasil1

(em número de mortes até os cinco anos para cada mil nascimentos.) 
 
Fonte: http://www.indexmundi.com/g/g.aspx?c=br&v=29&l=pt, acesso em 10/09/09.


Leia com atenção o gráfico acima e responda:


  1. Que grandezas estão dispostas nesse gráfico?

  2. A respeito da mortalidade infantil no Brasil entre os anos de 1990 e 2000, o que esse gráfico permite afirmar?

  3. Analisando o gráfico como um todo, o que podemos concluir com relação à mortalidade

Leia mais em: Adoro Saber - Gráficos

Fonte:

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