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14 de mar. de 2026

Podcast


Você tem o hábito de ouvir áudio na internet? E quanto ao rádio, você já prestou atenção nos diversos formatos de programas de rádio existentes? 

Alguns tocam músicas, outros, apresentam entrevistas, outros apresentam receitas ou esportes, cada programa de rádio tem a sua sistematização, de acordo com o objetivo daqueles que o produzem. 

Com o crescimento da utilização da internet, esses programas saíram do rádio e ganharam vida!

Já imaginou se sua escola pudesse ter um programa de rádio que trate apenas de educação, de questões que inquietam e merecem ser levadas a todos os estudantes? 

Com o podcast isso é possível! Ele é um gênero textual que circula na web e, de uma forma mais simples, é um arquivo de som, muito semelhante a um programa de rádio, que pode ser acessado e ouvido a qualquer momento pela internet.  

     Sendo uma TDIC (tecnologia digital da informação e comunicação), ele veio com a popularização da internet, e novos suportes de comunicação, como as redes sociais, os aplicativos de mensagens instantâneas e plataformas de postagem de vídeos e áudios. Esses novos suportes, por sua vez, trouxeram consigo novas finalidades discursivas, vindas das novas práticas sociais de nosso cotidiano. 

  Por isso, embora se assemelhem a gêneros já existentes, os podcasts têm características específicas, pois está inserido em outro contexto de produção e circulação: se trata de conteúdo sob demanda, apresentando diversos formatos e temas, o que permite ao ouvinte decidir o que, quando e por quanto tempo ouvir o conteúdo. 
    Nem bem nesceu e esse gênero já evoluiu: agora, além de áudio, imagens e vídeos fora agregados à sua composição, acompanhando a demanda do público! 

    O nome Podcast se origina da junção de iPod (dispositivo portátil) e broadcasting (transmissão de rádio) e seu principal objetivo é compartilhar um conteúdo, levando informação e entretenimento aos ouvintes.

   Assim, podem abordar diversos temas, durações e estruturas. 

     Quato à estrutura, temos as entrevistas, os monólogos com exposição de ideias, as narrações... E, não raras as vezes, encontramos programas que mesclam mais de um estilo, tudo de acordo com o que mais atrair o público.

        Já quanto aos temas, podem falar de esporte, culinária, comédia, economia, política... E até é usado como uma estratégia de marketing digital para promover várias empresas...

     Quando tratam de temas de temas ligados à educação, temos uma forma de educomunicação, que é quando um meio de comunicação é especialmente voltado para o processo ensino-aprendizagem.  

     Estes temas, em geral, são agrupados em "episódios". 

   Uma das vantagens, é que você pode ouvir enquanto faz outras coisas, ou, se preferir, pode sentar e se deixar envolver pelos áudios!

Como fazer um podcast?

     Antes de iniciar a gravação de um podcast, você precisa fazer uma pesquisa aprofundada sobre o tema que deseja abordar. 
     Afinal, você não quer usar o precioso tempo tempo de seu áudio abordando o que não precisa e esquecendo de falar o que realmente importa ao seu ouvinte!
    Alguns produtores costumam convidar pessoas conhecidas na mídia para participar do programa por meio de entrevistas ou comentários. Isso enriquece e dá credibilidade ao seu conteúdo. 😉  
     De posse dessa pesquisa (e da entrevista do possível convidado), você pode seguir os seguintes passos para iniciar a gravação em áudio: 

  Faça um ROTEIRO do que será gravado. 

Veja um exemplo a seguir: 
  1. Tocar vinheta na entrada;
  2. Dar boas vindas ao ouvinte;
  3. Apresentar os autores/criadores do Podcast;
  4. Apresentar o programa, falar do que se trata o Podcast  (Ex.: Este é um episódio da série... Hoje, vamos falar sobre …. - dizer o tema do dia)
  5. Tocar a vinheta de início de conteúdo (opcional);
  6. Iniciar o assunto propriamente dito, o conteúdo pesquisado com antecedência;
  7. Agradecer a audiência e despedir-se do ouvinte.
  8. Tocar a vinheta de fim do conteúdo;

     Outras dicas:

  1. Escolha músicas suaves e sons que possam servir de fundo e/ou vinheta (lembre-se de que o mais importante é o conteúdo e não essas músicas e sons); 
  2. Aplicativos de criação de podcasts já vêm com opções de sons e músicas de fundo e vinhetas, o que facilita a edição dos áudios. 
  3. Faça a narração do conteúdo pesquisado com uma boa entonação, falando pausadamente e articulando bem as palavras;
  4. Ouça o podcast completo antes de publicá-lo.
 
     Prontinho! Agora, você está pronto para arrazar com seus prodcasts! 

Quer conhecer alguns dos pdocasts de nossa página? 
Acesse nosso canal no Spotfy! 
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22 de jul. de 2022

VLOG

Vlog é a abreviação de videoblog (vídeo+ blog). Ou seja, é um blog ou diário, em formato de vídeo. 

É um novo gênero textual, que se relaciona diretamente com a popularização da internet, em especial das redes sociais e plataformas digitais para publicação de vídeos, nas quais qualquer pessoa pode criar uma página.

  O conteúdo deixa de ser apenas a palavra escrita, o texto (como no blog), e passa para os meios audiovisuais. 

"Os vídeos produzidos são hospedados em sites como o YouTube. Existem vlogs sobre uma imensa gama de temas, que vão desde saúde, games, decoração, culinária, cinema até crítica literária (estes chamados de vlogs literários), sempre opinativos, sempre com um tom informal e próximo da audiência."

(MAGALHÃES, R. Entenda o que é um vlog. Jornalismo Júnior. Disponível em: < https://jornalismojunior.com.br/entenda-o-que-e-um-vlog/>. Acesso em novembro de 2019. Adaptado)


 A ideia é que seja um conteúdo bem “vida real”, com o objetivo de criar conexão com as pessoas que estão assistindo, fazer com que o vlogger e o público sejam mais próximos. 

  Vlogger, ou vlogueiro, é a pessoa que fica em frente à câmera falando sobre um tema específico e mostrando o que está fazendo. 


 Uma vez que o vlogger domina as habilidades técnicas do conteúdo, pode usá-las para criar a própria expressão de como vê e se relaciona com o mundo que o cerca. 

   Esse gênero é muito usado tanto por pessoas que desejam criar uma certa imagem pessoal, quanto para marcas que querem aumentar a visibilidade. Isso porque, como o vlog tem um viés de vida real, ele possui grande potencial de engajamento, pois faz com que as pessoas se identifiquem com o vlogueiro com mais facilidade. 


 Blog x Vlog 

  A grande diferença entre um vlog e um blog é o formato da publicação. 

 O Blog (abreviação para weblog) é uma espécie de diário online que aborda um assunto escolhido, usando textos, imagens, fotos, vídeos ou outras mídias que o autor considere importante para o assunto. 

 Já no Vlog, em vez de textos e imagens, o vlogger ou vlogueiro, faz um vídeo sobre o assunto que deseja e o publica com uma certa periodicidade. Ele precisa criar um canal em uma das plataformas de postagens de vídeos, para publicar seu vlog. 


 Vlog x Videocast

 Os vlogs são produzidos e publicados com uma periodicidade constante (uma ou duas vezes por semana, em geral). 

 Já os videocasts são conteúdos audiovisuais, produzidos por blogueiros, internautas ou webmasters, e que são produzidos e publicados esporadicamente.




29 de jul. de 2021

CRÔNICA


  
   
É uma NARRAÇÃO curta, produzida originalmente para ser veiculada na imprensa, seja em jornais, revistas, rádio ou TV. Hoje em dia, são vistas em blogs e páginas da internet. 

   Podem falar de acontecimentos familiares, cotidianos ou de fatos de interesse público, mas sempre traz o ponto de vista do cronista. 

   A história pode ser inventada ou dramatizada pelos personagens, ou simplesmente expressar a opinião do autor sobre um assunto.


Tipo de conteúdo

     O texto pode ter um tom triste, engraçado, sério, emocionante, crítico, geralmente com fins inesperados, ou mesmo ser uma mistura desses conteúdos em uma só crônica. 


Linguagem

O texto é leve e curto, com uma linguagem simples e coloquial.  Destacam-se a sátira, a ironia, marcas da oralidade na fala das personagens, a exposição dos sentimentos e a reflexão sobre o dia a dia. 


Temática

Qualquer assunto do dia a dia pode virar tema de crônica! Os  bons cronistas são aqueles que conseguem perceber, no dia a dia de suas vidas, impressões, ideias ou visões da realidade que não foram percebidas por todos. 


Espaço

Por ser  um gênero nascido na cidade, é comum as histórias se passem em ambientes urbanos.

 

Tipos de crônicas 
    Esse gênero explora vários tipos textuais, além do narrativo. Assim, temos crônicas descritivas,  dissertativas e até dramáticas (em que predominam o diálogo entre as personagens).  É comum, ainda, que se mesclem mais de um tipo em uma mesma cônica, é o caso das humorísticas-jornalística, por exemplo. Veja outros tipos de crônicas: 

  • Crônica Jornalística: Aproxima-se do tipo dissertativa. São produzidas para os meios de comunicação, em que o cronista expressa sua opinião a respeito de temas da atualidade. 
  • Crônica Histórica: Aproxima-se do tipo narrativo. É marcada por relatar fatos ou acontecimentos históricos, com personagens, tempo e espaço característicos da época retratada. 
  • Crônica Humorística: Se utiliza da ironia e do humor como ferramenta essencial para criticar alguns aspectos seja da sociedade, política, cultura, economia, ou simplesmente para entreter o leitor.
  • Crônica Reflexiva: Apresentam reflexões pessoais do narrador. Nesse caso, pode não se encaixar na estrutura da narrativa tradicional por não apresentar acontecimentos, apenas reflexões.  

AtividadesLeia um exemplo de crônica humorística: Crônica de supermercado

Vamos entender melhor este conteúdo com ATIVIDADES? 

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8 de jun. de 2021

Operadores Argumentativos


     São palavras e expressões ligam frases e parágrafos e indicam a força argumentativa desses enunciados, introduzindo vários tipos de argumentos que apontam para determinadas conclusões.

    Apesar desse nome, eles não são exclusividade dos textos argumentativos.

    Podem aparecer em qualquer gênero textual, já que são usados para justificar, defender, sustentar uma ideia e persuadir o interlocutor a aderir a ela.

    Eles fazem parte de diferentes classes gramaticais, como conjunções, preposições, verbos e advérbios.

      Para estabelecer esta coesão, esta conectividade e articular bem as ideias, os operadores argumentativos desempenham várias funções.

 Operadores argumentativos e suas funções

  • Somar argumentos: quando se quer somar, acrescentar argumentos para se chegar a uma mesma conclusão. Operadores mais comuns: “e”, “também”, “ainda”, “não só”, “mas também”, “acrescenta-se”, “adicionalmente”, “ademais”, “além disso”, “a mesma maneira” 
Ex.: Eu NÃO SÓ vou ficar, MAS TAMBÉM dormirei aqui. 

  • Contrapor argumentos de conclusão contrária: para marcar uma ideia de adversidade, de divergência, de oposição em relação ao que foi dito.  Operadores mais comuns: “mas”, “porém”, “contudo”, “todavia”, “embora”, “ainda que”, “posto que”. 
Ex.: Eu gosto de sorvete, TODAVIA, estou gripado. 


  • Escalonar argumentos: para sugerir que há argumentos mais fortes que o apresentado. Operadores mais comuns: "ao menos”, “pelo menos”, “no mínimo”
    •          Ex.: O tom com o qual o aluno se dirigiu ao professor foi, NO MÍNIMO, desrespeitoso, já que ele não conversava com um colega de classe.

  • Reforçar argumentos: quando se utiliza uma série de argumentos, todos voltados a uma mesma conclusão, e um deles recebe uma ênfase maior.   Operadores mais comuns:  “até”, “mesmo”, “até mesmo”, “inclusive”. 
Ex.: A indisciplina o tem prejudicado muito. Ele pode, ATÉ MESMO, ser reprovado por isso.  

  • Comparar argumentos: para marcar uma comparação entre ideias que se direcionam a determinada conclusão. Operadores mais comuns: "mais que, menos que, tão... quanto, tão... como, tanto... quanto, tão... como, tal qual, da mesma forma, da mesma maneira " ...  
Ex.: Um passeio no parque é MAIS agradável QUE sair para festas. 

  • Introduzir conteúdos pressupostos: quando se utiliza o operador para indicar-se pressupostos de ideias que serão desenvolvidas.  Operadores mais comuns: “já”, “ainda”, “agora”...
Ex.: O aluno AINDA não entendeu que precisa estudar para recuperar a média perdida..


  • Concluir: para iniciar uma conclusão relacionada às ideias apresentadas anteriormente. Operadores mais comuns:  “portanto”, “logo”, “pois”, “diante do exposto”, “desta forma”, “em resumo”, “por conseguinte”, “a seguir”
Ex.: Eu não tenho dinheiro. Não poderei, POIS, comprar este produto. 

  • Alternar argumentos que levam a conclusões distintas, diferentes, ou alternativas: indicam  possibilidades ou alternativas de conclusões, excluindo-se uma das possibilidades. Operadores mais utilizados: “ou então, quer isso… quer aquilo, ou... ou, ora... ora, já... já, não... nem, quer... quer, seja... seja, talvez... talvez. 
Ex.: O menino ORA falta às aulas, ORA deixa de fazer as atividades!  

  • Explicar, ou justificar: quando se explica ou justifica alguma afirmação feita anteriormente. Operadores mais comuns: “porque”, “já que”, “pois”, “isto é”, “assim como”, “no caso”, “prova disso”, “para isso”, “em consequência”, “isto acarreta”  
  • Ex.: Eu não posso comer lasanha, VISTO QUE, tenho alergia a queijo. 

  • Retomar ideias já citadas: são operadores remissivos, que remetem a algo que já foi citado, para seguir a diante. São muito usados em parágrafos de desenvolvimento. Operadores mais comuns: "nesse sentido, nesse esteio, nesse cenário, nesse contexto, nesse caso..." 
Ex.: O aluno é assíduo às aulas e atividades e tira todas as dúvidas com o professor.  Nesse contexto, vê-se um jovem aplicado, que certamente se sairá bem nas avaliações.


  • Indicar a finalidade: denotam a razão, o fim pelo qual algo acontece. Operadores mais comuns: “a fim de que, visando, para que, com o fito de, que, porque, para que.."
Ex.: João saiu de casa bem mais cedo, A FIM DE QUE não se atrasasse para o encontro.


  • Indicar conformidade ou voz de autoridade: para justificar uma ideia com base em afirmações de especialistas, em estudos, ou dados coletados. Operadores mais comuns: “segundo”, “conforme”, “de acordo com”, “como salienta”, “como considera”.
Ex.: Dormir cedo faz bem à saúde, CONFORME estudo publicado na revista Nature.


  • Fazer marcação temporal: indicar quando os fatos e ideias acontecem. Operadores mais usados:  “a princípio”, “na mesma época”, “à época”, “anteriormente”, “posteriormente”.
Ex.:  O desempenho deste jovem está muito bom!  A PRINCÍPIO, ele só tirava notas baixas.

  • Marcação proporção: dar ideia de quantidade, de proporcionalidade entre as ideias e acontecimentos. Operadores mais usados:  “à medida que, à proporção que.."
Ex.: As notas do jovem melhoravam À MEDIA QUE ele se esforçava e estudava mais.


    Vale ressaltar que a intensão desta postagem não é esgotar o assunto. Pelo contrário, há muitos outros operadores argumentativos que podem não ter sido citados aqui, visto a riqueza de combinações que nossa língua nos oferece. 

  O importante é estar atento ao gênero textual, ao objetivo comunicativo em que eles estão sendo empregados, para que se faça a melhor escolha, que resulte em um texto claro, coerente e coeso! 

   

 ANIMAÇÃO

 Assista à videoaula animada deste conteúdo: 

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 Vamos praticar?
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1 de jun. de 2021

Debate Regrado

 


   É um gênero argumentativo oral, que acontece quando duas ou mais pessoas se reúnem para falar sobre um assunto polêmico, buscar soluções para problemas, tomar decisões coletivamente, discutir opiniões diferentes.  

  Com o objetivo de reunir um certo número de pessoas para essa discussão, ele pode acontecer em auditórios de escolas, quadras esportivas, igrejas, salões comunitários...  

     Dependendo da finalidade da discussão, há três tipos de debates.




TIPOS DE DEBATE


 


  •  DE OPINIÃO - Versa sobre temas que geram opiniões controversas. 
 Ex.: redução da maioridade penal no Brasil; 
  •  O DELIBERATIVO - Trata das questões que precisam ser decididas pelo coletivo. 
Ex.: uso dos espaços coletivos da escola; 
  •  PARA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS - Visa a apresentação de solução para problemas vividos pelo coletivo. 
Ex.: pichação do espaço escolar. 
   

   O debate regrado tem esse nome porque possui regras, que são apresentadas pelo moderador aos participantes, antes de seu início.
    Essas regras podem ser:

  •  Qual será o tema do debate;
  •  Qual será o tempo de fala de cada participante;
  •  Quantos blocos ou rodadas haverá no debate;
  •  Se a plateia poderá ou não fazer perguntas, etc. 

 
PARTICIPANTES DO DEBATE REGRADO:


  •  Moderador ou mediador - Dita as regras, coordena os turnos de fala, avalia os argumentos, inicia e encerra a discussão.

  •   Debatedores - Expõem suas ideias e tentam convencer os interlocutores, por meio de argumentos e contra-argumentos. Audiência ou público - São as pessoas que assistem ao debate e podem fazer perguntas aos debatedores. Pode tomar partido sobre o tema discutido e decidir sobre a melhor exposição.
  • Público ou audiência - Pode fazer perguntas aos debatedores, se isso tiver sido combinado antes do debate. De todo modo, ele vai sempre analisar os pontos de vista e argumentos e aderir às ideias de um ou outro.  



 COMPORTAMENTO DOS PARTICIPANTES:

   Durante todo o debate, os participantes devem se tratar com RESPEITO, ouvindo com atenção um ao outro, sem ironizar, interromper a fala, ou usar palavras de baixo calão. 


 DEBATE X CONVERSA 

  A conversa é uma interação oral natural e espontânea, em que se abordam temas cotidianos, sem grandes preocupações com linguagem, planejamentos ou persuasão. 


   Diferente disso, no debate regrado, cada participante tem o objetivo de convencer os adversários da validade de sua opinião. 

   Por conta disso, eles precisam planejar seus discursos, para sustentar muito bem suas ideias com bons argumentos e contra-argumentos, já prevendo a discordância dos outros.  (Leia mais em: Operadores argumentativos)


   Assim, além de estudar bem o assunto com antecedência para selecionar o tipo de argumento apropriado ao percurso argumentativo a ser trilhado, os debatedores precisam dominar os mecanismos das trocas discursivas, os turnos de fala, isto é: as réplicas e tréplicas


Turnos de fala

 
    É a vez de cada participante falar. Eles são coordenados pelo MEDIADOR e deve ser respeitado por todos. 
   Funciona assim: 

  •  ODEBATEDOR 1 apresenta seu ponto de vista e a justifica com um argumento. 
  •  Em seguida, o mediador passa a palavra ao DEBSATEDOR 2 que, em geral, vai discordar com um contra-argumento: este é o direito de RÉPLICA.
  •  Depois, a palavra pode voltar ao DEBATEDOR 1, que, em seu direito de TRÉPLICA, vai contra-argumentar as ideias de seu opositor.


Assista a uma animação rapidinha sobre este conteúdo: 

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REFERÊNCIAS: 

Debate Regrado. Se Liga na Educação, teleaula de Língua Portuguesa, apresentada em 10/05/2021. Disponível em: https://drive.google.com/file/d/1OwuK7x5aQWDP7hLRwGP_02SRnYAgtpN-/view 



Vamos fixar este conteúdo com ATIVIDADES? 

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1 de dez. de 2020

PET vol. 7 - 7° ano: Vídeos e Gabaritos

    Este 7° volume do Plano de Estudos tutorados começou a ser trabalhado em 30 de novembro de 2020, junto com o PET 300 anos de Minas Gerais. 
      Junto com os PET volumes 1 a 6 e o Comemorativo de 300 anos de Minas Gerais, ele completa as 800 horas na Carga Horária do Aluno, conforme exigido pelo MEC. Então, ele será o último volume do Regime de Estudos Remotos de 2020, antes do PET Avaliativo.  

CONTEÚDOS deste PET: 


UNIDADES TEMÁTICAS: 
         - Leitura, Análise linguística/ semiótica; Produção de textos.

HABILIDADES do CRMG: 

        -  

Orientações
A seguir, vídeos de ORIENTAÇÃO sobre como fazer as atividades 

Semanas 1 e 2 

  

Você assistirá neste vídeo conteúdos sobre:



















• Texto jurídico e Carta de Reclamação 

























Semanas 3 e 4

Você assistirá neste vídeo conteúdos sobre :

































•  Pronomes e Conjunção coordenativa  













            Resolução das atividades

  









Correção Semanas 1 e 2













 





Correção Semanas 3 e 4  



Animação

GABARITOS 



      
 Lembrando que, por enquanto, trato apenas do componente de LÍNGUA PORTUGUESA do SÉTIMO ANO. 

      

  • Gabarito em imagens abaixo: 

 PET Regular vol. 7 - Semana 1 

 



 PET Regular vol. 7 - Semana 2




PET Regular vol. 7 - Semana 3  (em breve)
    

   

 PET Regular vol. 7 - Semana 4

   
   


 



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