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7 de ago. de 2022

Contexto de produção e de recepção da obra literária

   Vários fatores influenciam na criação do texto literário: a visão de mundo do autor, o momento histórico e os valores (políticos, econômicos, culturais etc.) vigentes na sociedade em que a obra é produzida...

    Tais fatores atuam também na recepção  dessa obra pelo leitor e na construção de seu sentido. Vejamos:

   O AUTOR, ao trabalhar na criação do texto literário, expressa determinadas visões de mundo, deixando impressões de sua personalidade, do lugar de onde vem, das suas experiências em geral e dos seus objetivos. Tudo isso, dentro de um determinado contexto histórico e social, ou seja: do tempo, lugar e sociedade em que vive. 

     Há também, nesse contexto de produção, um certo anseio de atender às expectativas do provável público leitor de sua obra. 

    Já o LEITOR vai interpretar essa mesma produção, de acordo com sua experiência de vida, seu conhecimento de mundo, a sociedade e época em que vive, no momento em que lê a obra. 
 


ATIVIDADES de interpretação e de morfossintaxe


22 de jul. de 2022

Literatura, Cultura e Identidade

     A cultura é, resumidamente, um conjunto de elementos (visões de mundo, comportamentos, hábitos, crenças, manifestações artísticas, etc.), de uma comunidade, povo, país ou civilização. 

    Portanto, não só por ser uma manifestação artística produzida em um determinado meio social, mas porque também atua no sistema cultural desse meio, a Literatura é um elemento que integra a cultura. 

   A literatura é ainda uma forma de identidade, pois ela tende a exprimir, de modos variados, o seu povo. 

   E isso, por vezes, é um objetivo claro na produção literária, como no caso dos escritores brasileiros do Romantismo, os quais buscavam construir a identidade nacional do país por meio de suas obras. 

   Note-se que a literatura exprime a identidade tanto de nações quanto, num plano mais particular, de variadas categorias sociais.


ATIVIDADES 

2 de abr. de 2015

SUBSTANTIVO


 (Breve resumo)

I. MORFOLOGICAMENTE,


é a classe de palavras variáveis (variam em gênero, número e grau) usadas para nomear seres e coisas em geral, sentimentos, sensações e ações… 

Podem ser primitivo ou derivado, concreto ou abstrato, próprio ou comum, simples ou composto.


a)Classificação do substantivo

  • Próprio ou comum – João, Brasil / cadeira, flor...
  •  concreto ou abstrato – cadeira, chuva / amor, angústia
  •   simples ou composto – sol, grilo / girassol, tic-tac
  • primitivo ou derivado – sapato>sapataria; flor>floricultura

b)Variações do substantivo

  • Gênero – masculino e feminino;
  • Número – singular e plural;
  • Grau – normal, diminutivo e aumentativo.
Vale lembrar que nem sempre a variação de grau do substantivo indica alteração de tamanho. De acordo com o contexto, o grau pode ser usado para demonstrar afetividade, desdém, satisfação... Observe o uso do diminutivo na tira abaixo.

c)Determinantes do substantivo

     São palavras ou expressões que caracterizam, determinam os substantivos. Podem ser de várias classes gramaticais:
  • adjetivos e locuções adjetivas – ex.: altura ideal, anel de prata;
  • artigos, numerais, pronomes – ex.: a bicicleta, primeira bicicleta, sua bicicleta

d)Substantivação

         É o fenômeno em que palavras de outras classes gramaticais passam a funcionar como substantivos. Isso acontece antepondo-se um artigo a essas palavras. Veja: 
O jantar de gala será esta noite. (verbo substantivado)
Espero um sim como resposta! (advérbio substantivado)
O cínico nem me olhou nos olhos! (adjetivo substantivado)

 

II. SINTATICAMENTE,

os substantivos exercem as funções substantivas: núcleo do SUJEITO, do OBJETO, do COMPLEMENTO NOMINAL, do AGENTE DA PASSIVA, do PREDICATIVO DO SUJEITO, do aposto e do vocativo.


Veja:





ATIVIDADES

10 de set. de 2014

Advérbio

         É a classe de palavras invariável que modifica o verbo (ou adjetivos, ou outros advérbios), acrescentando-lhe as circunstâncias em que a ação verbal é executada. Veja:


“Os alunos saíram rapidamente da sala.” (advérbios de modo e de lugar)
“Começaremos a estudar esse assunto logo.” (advérbio de tempo)

 Morfossintaxe do advérbio 


     Nas orações, os advérbios fazem parte do PREDICADO e exercem a função sintática de ADJUNTOS ADVERBIAIS. 


    Como todo TERMO ACESSÓRIO, ele não é essencial na oração, por isso, o sentido central dela não é alterado se ele for retirado. 


    Os advérbios se classificam conforme a circunstância que indicam. Veja um quadro com alguns advérbios:


Locução adverbial

     São grupos de palavras que têm a mesma função de um advérbio.

“O ladrão entrou na sala às escondidas.” (locução adverbial de modo / adjunto adverbial de modo)
“O livro está em cima da mesa.” (locuções adverbiais de lugar / adjuntos adverbiais de lugar)
“A festa será à noite.” (locução adverbial de tempo / adjunto adverbial de tempo)


Adjetivo X Advérbio

     Em algumas situações, empregamos adjetivo com a função de advérbio de modo.  Veja: 
Este é um carro rápido. (adjetivo, já que acompanha e modifica um substantivo)
Você come rápido. (=rapidamente, portanto é um advérbio de modo, já que acompanha e modifica um verbo)

   Para se distinguir um do outro, basta lembrar que o advérbio é invariável e o adjetivo, não. Além disso, o advérbio geralmente acompanha verbo, enquanto que o adjetivo acompanha substantivo. 



   Embora sejam classificados como termos modificadores e acessórios, os advérbios e locuções adverbiais agregam importantes informações aos textos.

     Eles permitem ao leitor entender a visão de mundo que dá suporte a opiniões, ou a compreender melhor um fato noticiado, por exemplo. 

     Em fim, os advérbios servem para indicar as circunstâncias em que ocorrem as ações do ser humano em seu contato com o mundo.



Vamos praticar? 

1. Nas frases a seguir, indique com 1 aquela em que a palavra destacada é um ADJETIVO e com 2 aquela em que é ADVÉRBIO. 

a) (   ) Nossa viagem deu certo.  / (   ) Ela estava certa em defender os filhos.

b) (   ) Pegue um copo redondo para tomar o suco. / (   ) Com esse calor, o suco "descerá redondo"!

c) (   ) Fale pausado e sem medo.  /  (   ) Ela tem a fala pausada e elegante.
    

2. Complete as frases com os advérbios pedidos entre parênteses. 
a) Jéssica se fantasiou de Chapeuzinho Vermelho na festa _________________. (tempo)

b) Todos ficaram ____________ contentes com a novidade. (intensidade)

c) Os alunos ________________ se empenharam no trabalho escolar. (afirmação)

d) A ginasta realizou seus exercícios __________________. (modo)

e) Meus avós vivem num sítio ____________________ das montanhas. (lugar)

f) ____________________ amanhã iremos à praia. (dúvida)

D15 - Estabelecer relações lógico-discursivas presentes no texto, marcadas por conjunções, advérbios, etc.

3. (SAERO) Leia o texto abaixo e responda

ESSE EÇA!

Talvez por ter nascido sem pai, talvez por ter sido um menino solitário, talvez porque ainda não havia televisão nem videogame, ou talvez porque fosse mesmo tímido, logo que pude decifrar as “formiguinhas pretas”, meu lazer passou a ser a leitura. Nada de “estudo”, nada de “busca do saber”. Ler para sonhar, para sentir-me na pele dos protagonistas, para me divertir mesmo.

Quanto dessas leituras habita ainda em mim!

Mas, pulando Lobato e os queridos autores de literatura juvenil, lembro-me de O suave milagre, do escritor português Eça de Queirós. Que impacto! Eu lia e relia o conto, lágrimas, frissons, emoções que acredito nunca mais ter conseguido sentir ao ler um texto. [...] O suave milagre continua como uma das minhas narrativas favoritas. Que conto! Esse Eça!

BANDEIRA, Pedro. Carta Fundamental, fev. 2011. Fragmento.

No trecho “... logo que pude decifrar as ‘formiguinhas pretas’” (2a linha), a expressão destacada estabelece uma relação

(A) condicional. (B) consecutiva. (C) final. (D) modal. (E) temporal.



4. (SAERO) Leia o texto abaixo e responda.

A CEIA

O restaurante era moderno e pouco frequentado, com mesinhas ao ar livre, espalhadas debaixo das árvores. Em cada mesinha, um abajur feito da garrafa projetando sobre a toalha de xadrez vermelho e branco, um pálido círculo de luz.

A mulher parou no meio do jardim.

– Que noite!

Ele lhe bateu brandamente no braço.

– Vamos, Alice.... Que mesa você prefere?

Ela arqueou as sobrancelhas.

– Com pressa?

– Ora, que ideia...

Sentaram-se numa mesa próxima ao muro e que parecia a menos favorecida pela iluminação.

Ela tirou o estojo da bolsa e retocou rapidamente os lábios. Em seguida, com gesto tranquilo, mas firme, estendeu a mão até o abajur e apagou-o.

– As estrelas ficam maiores no escuro.

Ele ergueu o olhar para a copa da árvore que abria sobre a mesa um teto de folhagem.

– Daqui não vejo nenhuma estrela.

– Mas ficam maiores.

Abrindo o cardápio, ele lançou um olhar ansioso para os lados. Fechou-o com um suspiro.

– Também não enxergo os nomes dos pratos. Paciência, acho que quero um bife. Você me acompanha?

Ela apoiou os cotovelos na mesa e ficou olhando para o homem. Seu rosto fanado e branco era uma máscara delicada emergindo da gola negra do casaco. O homem se agitou na cadeira.

Tentou se fazer ver por um garçom que passou a uma certa distância. Desistiu. Num gesto fatigado, esfregou os olhos com as pontas dos dedos.

– Meu bem, você ainda não mandou fazer esses óculos? Faz meses que quebrou o outro e até agora...

– A verdade é que não me fazem muita falta.

– Mas a vida inteira você usou óculos.

Ele encolheu os ombros.

– Pois é, acho que agora não preciso mais.

– Nem de mim.

– Ora, Alice...

TELLES, Lygia Fagundes. Antes do baile verde. 9. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p. 143-144. Fragmento. *Adaptado: Reforma Ortográfica.

No trecho “– Também não enxergo os nomes dos pratos.” (19a linha), a palavra destacada estabelece uma relação de

(A) conclusão. (B) condição. (C) oposição. (D) soma. (E) tempo.


Fontes:
  • COSTA, Cibele Lopresti. LOUSADA, Eliane Gouvêa. MARCHETTI, Greta. SOARES, Jairo J. Batista. PRADO, Manuela. Pra Viver Juntos – Língua Portuguesa, 7º ano. 3ª ed. São Paulo: SM, 2012.
  • CEREJA, Willian Roberto. MAGALHÃES, Thereza Cochar. Gramática Reflexiva – 7º ano. 3ª ed. São Paulo: Atual, 2012.


14 de ago. de 2014

VERBO


  É uma classe de palavras variáveis, que sofre modificações (FLEXÃO) em relação ao tempo, modo, número e à pessoa do discurso.

     Elas indicam estado, ação ou fenômeno, situando os fatos em um determinado tempo: presente, passado ou futuro.

Estrutura do verbo

     Os verbos são formados por pequenas unidades ou partes (partículas), com funções específicas. São elas: radical, vogal temática e desinências.

a) RADICAL 

É a parte que contém a significação básica da palavra. Normalmente (nos verbos regulares), ela se repete em todos os modos e tempos, sem sofrer modificações. Na forma verbal GOSTAM, o radical é gost-.   Veja: 


b) VOGAL TEMÁTICA 

É a vogal, que aparece logo depois do radical. Ela indica a conjugação a que os verbos pertencem. Junto com o RADICAL, ela forma o TEMA.


c) DESINÊNCIAS 

 São as partes que indicam as flexões do verbo. Referem-se à pessoa do discurso (1a, 2a, 3a), ao número (singular ou plural), ao tempo e ao modo do verbo:


Desinências de cada flexão

     Como vimos, os VERBOS são palavras que expressam estado, ação ou fenômeno da natureza, e sofrem flexão de tempo, modo, número e pessoa do discurso. Vejamos a seguir quais são as desinências que indicam cada uma dessas flexões. 

a) Desinência número-pessoal - DNP 

Indica a flexão (mudança) de número (singular/plural) e pessoa (1a, 2a, 3a). 

b) Desinência modo-temporal - DMT 

Indica a flexão MODO (indicativo, subjuntivo, imperativo, formas nominais) e o tempo (presente, passado e futuro, de acordo com cada modo verbal).
  • Modo indicativo:
  • Modo subjuntivo: 
  • Formas nominais: 

Modos do verbo

a) Modo indicativo 

É a forma como os verbos são utilizados, de acordo com as intensões do falante. Modo verbal da certeza, usado quando se quer expressar algo que seguramente acontece, aconteceu ou acontecerá.
Tempos verbais do modo indicativo:
  • Presente
  • Pretérito perfeito, imperfeito e mais-que-perfeito
  • Futuro do presente / Futuro do pretérito
Veja algumas conjugações: 


a  b) Modo subjuntivo

Indica que algo está subordinado a certa condição. Esse modo é usado quando se quer dar o sentido de incerteza ou de possibilidade de um fato vir a se concretizar.
Tempos verbais do modo subjuntivo:
Presente, Pretérito perfeito e Pretérito imperfeito

   c) Modo imperativo

Expressa ordem, pedido, conselho, convite... Pode ser afirmativo ou negativo.

   Veja no quadro abaixo, um resumo dos modos verbais e as flexões que um verbo pode sofrer:

Formas nominais do verbo

São as formas verbais que podem desempenhar funções equivalentes às exercidas pelos nomes/adjetivos. Veja:

     As formas nominais de um verbo são formadas pelo tema (radical + vogal temática) acrescido das seguintes desinências:

Locuções verbais

São expressões formadas por mais de um verbo, mas que representam uma única ação.  São compostas por um verbo auxiliar mais um verbo principal, em sua forma nominal. Veja:
Nas locuções verbais, apenas o verbo auxiliar é flexionado (em tempo, modo e pessoa). Os de uso mais frequente são: ter, haver, ser, estar e ir.

Verbos irregulares

São aqueles que, ao longo da conjugação, apresentam modificações na terminação e/ou no radical, não seguindo o padrão da conjugação.2
Os verbos a seguir são irregulares e muito comuns na fala cotidiana. Leia-os com atenção para saber como conjugá-los quando for preciso empregar a norma-padrão.


Vozes do verbo 

    É o modo como o verbo se relaciona com o sujeito, a forma assumida por ele para indicar se o sujeito gramatical é AGENTE ou PACIENTE da ação que ele representa. Dessa forma, há três vozes verbais: voz ativa, voz passiva e voz reflexiva. 
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FUNÇÕES DO VERBO NA ORAÇÃO 

(MORFOSSINTAXE do verbo)

   De acordo com a função que os verbos desempenham na oração, ele apresenta uma característica chamada de predicação verbal.    
     Assim, de acordo com sua predicação, ele poderá ser um verbo de ligação (que não indica ação), ou um verbo significativo (que indica ação - VI, VTD, VTI, VTDI). 
     Clique 👉🏾 AQUI para saber mais. 




FONTES: 
1 CEREJA, Willian Roberto. MAGALHÃES, Thereza Cochar. Gramática Reflexiva – 7º ano. 3ª ed. São Paulo: Atual, 2012. 
2 COSTA, Cibele Lopresti. LOUSADA, Eliane Gouvêa. MARCHETTI, Greta. SOARES, Jairo J. Batista. PRADO, Manuela. Pra Viver Juntos – Língua Portuguesa, 7º ano. 3ª ed. São Paulo: SM, 2012. p. 129-131, 148


ATIVIDADES

Atividades – estrutura do verbo

1. Observe a forma verbal GOSTAM. Compare-a com as seguintes:
gostam
gostarei
gostei
gostando
a) Qual é a parte comum a todas essas palavras? Como ela se chama?
É a partícula gost-, chama-se radical
b) A que conjugação esas formas pertencem? Como você percebeu isso? Pertencem à 1a conjugação. Isso pôde ser percebido pela vogal temática desses verbos – A.

2. Já aprendemos que os verbos se organizam em conjugações, de acordo com a terminação que apresentam. Considere os verbos mudar, mexer e ouvir.

  • A que conjugação pertence cada um deles? Mudar: 1a conjugação; mexer: 2a conjugação; ouvir: 3a conjugação
  • Que letra da terminação de cada verbo informa qual é a conjugação a que ele pertence?  A vogal a informa que o verbo pertence à 1a conjugação, a vogal e informa que o verbo pertence à 2a conjugação e a vogal i informa que o verbo pertence à 3a conjugação.
  • Como se chama essa partícula que indica a que conjugação o verbo pertence? Vogal temática.
 3. Agora compare estas formas verbais: (nós) chamamos / (eles) chamam
  • Nessas formas verbais, há uma partícula indicativa de número e pessoa. Qual é essa partícula em cada uma das formas verbais?     Em “chamamos” é a partícula -mos; em “chama” é a partícula -m   
  • Como se chama essa partícula que indicam as flexões do verbo?  Desinência 

    4. Leia o poema a seguir e faça o que se pede.
    Avesso1

    Quem sou eu
    e meu avesso?
    Que urdiduras
    na sombra,
    que tramas secretas
    num quarto escuro de mim?
    Quem sou eu
    quando durmo
    ou quando
    de olhos abertos
    me arremesso
    para o futuro
    saltando sobre ilhas
    e desertos?
    Quem sou
    eu quando me confundo
    e tropeço,
    alço voo e mergulho?

    (Poemas para ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011. p.21.)
    • O eu lírico inicia e desenvolve o poema por meio de uma pergunta. Na formulação dessa pergunta, que pronome é utilizado? Como ele se classifica?       
     QUE – pronome interrogativo
    • Qual é o foco narrativo em que o poema foi escrito? Justifique sua resposta com passagens do texto     
         O foco narrativo está em primeira pessoa. “Que sou eu e o meu avesso?” “durmo” “me arremesso”

    • Retire do texto os verbos que nele há:
         Sou, durmo, arremesso, confundo, tropeço, alço e mergulho.
    • Qual é a forma infinitiva desses verbos?     S
      er, dormir, arremessar, confundir, tropeçar, alçar, megulhar


    5. Preencha o quadro abaixo com os verbos que você identificou, indicando as partículas que os compõem:
    VERBO
    RADICAL
    VOGAL TEMÁTICA
    DESINÊNCIA
    CONJUGAÇÃO
    durmir
    durm
    I
    R
    1a.
    arremessar
    Arremess
    A
    R
    1a.
    confundir
    Confund
    I
    R
    3a.
    tropeçar
    Tropeç
    A
    R
    1a.
    Alçar
    Alç
    A
    R
    1a.
    Mergulhar
    Mergulh
    A
    R
    1a.

    Atividade- formas nominais do verbo

    1. Leia o texto a seguir e faça o que se pede;1


    2. Identifique, na conversa telefônica abaixo, uma ou mais situações de emprego de gerundismo. Construa o(s) enunciado(s) de uma outra forma, de modo que esse problema seja eliminado.
      Vamos estar entregando: entregaremos / vai estar pagando: vai pagar/pagar

      D1 – Localizar informações explícitas em um texto

      Leia o poema abaixo, de Roseana Murray, e faça o que se pede.

      O poema faz uma retrospectiva da história da humanidade. Associe os versos abaixo às respectivas fazes da história humana:

      a) “a longa viagem por todos os continentes”

      b) “Penso nos primeiros homens / fazendo fogo com as mãos”

      c) “penso nas grandes cidades, as noites / brilham, são incêndio, os homens correm, / fogem”
      (b ) Pré-História

      ( a ) Navegações

      (c) Contemporaneidade
      (nosso tempo)

        

      2. Identifique os elementos que compõem as formas verbais abaixo: 

      verbos

      Radical

      Vogal temática

      desinências

      passaram

      Pass-

      - a -

      -ram

      brilham

      brilh-

      - a -

      -m

      chegamos

      cheg-

      - a -

      -mos


      3. No poema, há um único verbo no infinitivo.

      • Que verbo é esse? __O verbo partir_____
      • Quais elementos participam de sua formação? _radical: part / vogal temática: i / desinência de infinitivo: r__
      • A que conjugação pertence? Pertence à 3a conjugação_
      4. FAZENDO está em qual das formas nominais? ____gerúndio_____

      5. De cada verbo destacado nas frases abaixo, dê o gerúndio e o particípio, distribuindo-os nas respectivas colunas:


      GERÚNDIO
      PARTICÍPIO
      a) Peço que falem tudo.

      b)Quase ninguém receia ser punido.

      c) Quero que elas venham.
      d) Quem disse que ele viajará?
      e) Aqui está alguém que viveu.

      f) Ele já viu muitas coisas na vida.

      g) Façam o que quiserem.
      falando

      receando

      vindo / viajando

      vivendo

      vendo


      querendo
      falado

      receado

      vindo / viajado


      vivido

      visto 


      querido

      1 In CEREJA, Willian Roberto. MAGALHÃES, Thereza Cochar. Gramática Reflexiva – 7º ano. 3ª ed. São Paulo: Atual, 2012. p.21

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