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4 de jun. de 2026

Poema e poesia

Poema e Poesia: Qual a diferença? 

    Muitas vezes usamos os dois termos como sinônimos, mas eles guardam diferenças fundamentais. Vamos ver quais são! 

 Poesia 

    É uma manifestação artística que pode ou não utilizar palavras. Seu objetivo é entreter, fazer refletir, expressar as emoções de quem o produz, com a predominância da função poética/emotiva. 

    Por ela, os autores e poetas utilizam a LINGUAGEM CONOTATIVA (sentido figurado), com palavras e expressões que fogem do sentido habitual, com significado diferente do original, que depende de todo um contexto para ser interpretada. 

     Essa linguagem expressa o que o artista não consegue por meio das palavras em seu sentido real. 

     Assim, é comum encontrarmos diversas figuras de linguagem em suas produções. Entretanto, ela não é, necessariamente, disposta em versos e pode até nem utilizar palavras!  

    Isso porque a poesia utiliza a estética e a subjetividade para interpretar o mundo e pode ser encontrada em diversas formas de arte: uma escultura, pintura, fotografia ou um filme podem nos nos tocar subjetivamente sem sequer usar palavras. 

Poema 

     É um gênero textual que possui todas as caraterística da poesia, mas é composto por versos, estrofes e, em muitos casos, rimas. 

    No universo da literatura, enquadra-se no gênero lírico, que utiliza a voz de um "eu lírico" (ou eu poético) para expressar emoções, sentimentos e reflexões. Esse "eu lírico" é a voz que fala no poema, o personagem que vive a situação retratada no poema, e não deve ser confundida com o autor que o escreveu.

     O poema pode ter uma estrutura fixa, como o soneto, ou uma forma livre, como vemos nos poemas modernistas. Vejamos: 

Estrutura composicional

    O poema apresenta a seguinte esrutura: 

  • Verso: Cada linha individual do texto. 
  • Estrofe: O conjunto de versos que formam uma unidade. 
  • Rima: Repetição de sons que gera musicalidade. Quando não há rima, o verso é chamado de "verso branco" 

 A métrica no poema 


    
A métrica é definida como a medida ou o tamanho de um verso. Entretanto, ela não é apenas uma contagem técnica de sílabas poéticas, mas um recurso estilístico que trabalha em conjunto com o ritmo e as rimas para construir os sentidos e a musicalidade do gênero lírico. 

    Ela constitui uma forma convencionada de medir os versos através de quatro componentes principais: 

  • Contagem de sílabas poéticas 
  • Distribuição dos acentos 
  • Presença de rima (com esquema cruzado (ABAB) ou emparelhado (AABB), por exemplo)
  • Cesura (pausa no interior do verso) 

 Classificações do Verso quanto à sílaba métrica: 

  • Redondilhas menores: 5 sílabas 
  • Redondilhas maiores: 7 sílabas (comuns em poemas que buscam um ritmo marcado e próximo da oralidade) 
  • Decassílabos: 10 sílabas Dodecassílabos ou alexandrinos: 12 sílabas 
  • Versos livres: Quando não seguem um padrão métrico definido 

A Métrica em Diferentes Contextos e Formas 

    A aplicação da métrica varia conforme o tipo de poema e o objetivo do autor:

Poemas de forma fixa: São aqueles cuja estrutura métrica, rítmica e estrófica se repete em todos os exemplares. Exemplo: soneto, quadrinha, balada, vilancete. 

1. Soneto - 14 versos divididos em quatro estrofes: dois quartetos (estrofes de 4 versos) e dois tercetos (estrofes de 3 versos). O padrão mais tradicional utiliza versos decassílabos (10 sílabas poéticas). 

2. Quadrinha (ou trova) - estrofe independente de 4 versos. É muito popular na cultura brasileira, com versos de sete sílabas (redondilha maior) e um esquema de rimas cruzadas (\(ABAB\)) ou emparelhadas (\(AABB\)). 

3. Balada - Forma poética medieval francesa - três oitavas (estrofes de 8 versos) seguidas por um epílogo ou envoy (estrofe de 4 a 5 versos). Caracteriza-se por um último verso que se repete como refrão em todas as estrofes. 

4. Vilancete - Composição de origem ibérica e popular, dividida em duas partes: o mote (tema inicial de 2 ou 3 versos) e a glosa (estrofes seguintes que desenvolvem e explicam o mote). 

 Expressividade e Ritmo: 

    O uso de versos decassílabos é associado à expressividade natural da língua portuguesa, funcionando como um modelo que permite a expressão justa do significado poético 

    Dentro dos decassílabos, a variação da tônica gera ritmos diferentes, como o heróico (acentos nas sílabas 6 e 10) ou o sáfico (acentos nas sílabas 4, 8 e 10)


 Habilidades da BNCC relacionadas 

    Para os colegas professores, aqui estão os códigos das habilidades da BNCC que fundamentam este estudo:     

EF67LP07: Relacionada à análise e elaboração de títulos como recurso persuasivo e antecipador de sentidos. 

 * Habilidades de leitura e escrita: O trabalho com poemas no Ensino Fundamental visa a sensibilização para aspectos linguísticos e o desenvolvimento do letramento crítico.


FONTES: 

https://www.clubedoportugues.com.br/poemas-de-forma-fixa/    https://www.portugues.com.br/literatura/poemas-forma-fixa.html     https://www.todamateria.com.br/poemas-de-forma-fixa/

2 de abr. de 2026

Editorial

    O editorial é um gênero jornalístico opinativo que expressa o posicionamento crítico de um veículo de comunicação (jornal, revista, site...) sobre temas relevantes, sem assinatura individual.

    Geralmente, vem nas primeiras páginas desse veículo, ou nas "pagina inicial" de blogs e sites, às vezes intitulado "carta ao leitor" ou "recado do editor".

 Caracteriza-se pela argumentação sólida, linguagem formal e impessoal, funcionando como a "voz" da empresa sobre política, economia ou sociedade. 

 Características principais do editorial 

 Posicionamento Institucional

    Representa a opinião de toda a empresa. Por esse motivo, geralmente, não é assinado por um jornalista específico.

Argumentação e Análise

    Utiliza fatos e dados para convencer o leitor, indo além da simples notícia. 

Estrutura Dissertativo-Argumentativa

   Introdução - primeiro parágrafo, em que é apresentado o tema (tese), com uma breve contextualização. Geralmente, até o segundo parágrafo, fica evidente a posição do veículo (opinião) com relação ao tema;

    Desenvolvimento - a partir do segunto ou terceiro parágrafo, em que são apresentadas a análise da tese, acompanhada de argumentos que a sustentam. Geralmente, é dedicado um parágrafo para cada argumento.

    Conclusão -  apresenta-se no último parágrafo, reforçando a tese inicial, podendo ser de dois tipos: 

    - tipo resumo: retoma as ideias apresentadas anteriormente;

  - tipo proposta: sugere uma solução para o problema eventualmente enfocado no texto.

Autorreferência

 É comum que o texto cite o próprio veículo de comunicação ou matérias anteriores. 


 Atividades
 

29 de jul. de 2021

CRÔNICA


  
   
É uma NARRAÇÃO curta, produzida originalmente para ser veiculada na imprensa, seja em jornais, revistas, rádio ou TV. Hoje em dia, são vistas em blogs e páginas da internet. 

   Podem falar de acontecimentos familiares, cotidianos ou de fatos de interesse público, mas sempre traz o ponto de vista do cronista. 

   A história pode ser inventada ou dramatizada pelos personagens, ou simplesmente expressar a opinião do autor sobre um assunto.


Tipo de conteúdo

     O texto pode ter um tom triste, engraçado, sério, emocionante, crítico, geralmente com fins inesperados, ou mesmo ser uma mistura desses conteúdos em uma só crônica. 


Linguagem

O texto é leve e curto, com uma linguagem simples e coloquial.  Destacam-se a sátira, a ironia, marcas da oralidade na fala das personagens, a exposição dos sentimentos e a reflexão sobre o dia a dia. 


Temática

Qualquer assunto do dia a dia pode virar tema de crônica! Os  bons cronistas são aqueles que conseguem perceber, no dia a dia de suas vidas, impressões, ideias ou visões da realidade que não foram percebidas por todos. 


Espaço

Por ser  um gênero nascido na cidade, é comum as histórias se passem em ambientes urbanos.

 

Tipos de crônicas 
    Esse gênero explora vários tipos textuais, além do narrativo. Assim, temos crônicas descritivas,  dissertativas e até dramáticas (em que predominam o diálogo entre as personagens).  É comum, ainda, que se mesclem mais de um tipo em uma mesma cônica, é o caso das humorísticas-jornalística, por exemplo. Veja outros tipos de crônicas: 

  • Crônica Jornalística: Aproxima-se do tipo dissertativa. São produzidas para os meios de comunicação, em que o cronista expressa sua opinião a respeito de temas da atualidade. 
  • Crônica Histórica: Aproxima-se do tipo narrativo. É marcada por relatar fatos ou acontecimentos históricos, com personagens, tempo e espaço característicos da época retratada. 
  • Crônica Humorística: Se utiliza da ironia e do humor como ferramenta essencial para criticar alguns aspectos seja da sociedade, política, cultura, economia, ou simplesmente para entreter o leitor.
  • Crônica Reflexiva: Apresentam reflexões pessoais do narrador. Nesse caso, pode não se encaixar na estrutura da narrativa tradicional por não apresentar acontecimentos, apenas reflexões.  

AtividadesLeia um exemplo de crônica humorística: Crônica de supermercado. 

Vamos entender melhor este conteúdo com ATIVIDADES? 

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8 de jun. de 2021

Operadores Argumentativos


     São palavras e expressões ligam frases e parágrafos e indicam a força argumentativa desses enunciados, introduzindo vários tipos de argumentos que apontam para determinadas conclusões.

    Apesar desse nome, eles não são exclusividade dos textos argumentativos.

    Podem aparecer em qualquer gênero textual, já que são usados para justificar, defender, sustentar uma ideia e persuadir o interlocutor a aderir a ela.

    Eles fazem parte de diferentes classes gramaticais, como conjunções, preposições, verbos e advérbios.

      Para estabelecer esta coesão, esta conectividade e articular bem as ideias, os operadores argumentativos desempenham várias funções.

 Operadores argumentativos e suas funções

  • Somar argumentos: quando se quer somar, acrescentar argumentos para se chegar a uma mesma conclusão. Operadores mais comuns: “e”, “também”, “ainda”, “não só”, “mas também”, “acrescenta-se”, “adicionalmente”, “ademais”, “além disso”, “a mesma maneira” 
Ex.: Eu NÃO SÓ vou ficar, MAS TAMBÉM dormirei aqui. 

  • Contrapor argumentos de conclusão contrária: para marcar uma ideia de adversidade, de divergência, de oposição em relação ao que foi dito.  Operadores mais comuns: “mas”, “porém”, “contudo”, “todavia”, “embora”, “ainda que”, “posto que”. 
Ex.: Eu gosto de sorvete, TODAVIA, estou gripado. 


  • Escalonar argumentos: para sugerir que há argumentos mais fortes que o apresentado. Operadores mais comuns: "ao menos”, “pelo menos”, “no mínimo”. 
    •          Ex.: O tom com o qual o aluno se dirigiu ao professor foi, NO MÍNIMO, desrespeitoso, já que ele não conversava com um colega de classe.

  • Reforçar argumentos: quando se utiliza uma série de argumentos, todos voltados a uma mesma conclusão, e um deles recebe uma ênfase maior.   Operadores mais comuns:  “até”, “mesmo”, “até mesmo”, “inclusive”. 
Ex.: A indisciplina o tem prejudicado muito. Ele pode, ATÉ MESMO, ser reprovado por isso.  

  • Comparar argumentos: para marcar uma comparação entre ideias que se direcionam a determinada conclusão. Operadores mais comuns: "mais que, menos que, tão... quanto, tão... como, tanto... quanto, tão... como, tal qual, da mesma forma, da mesma maneira " ...  
Ex.: Um passeio no parque é MAIS agradável QUE sair para festas. 

  • Introduzir conteúdos pressupostos: quando se utiliza o operador para indicar-se pressupostos de ideias que serão desenvolvidas.  Operadores mais comuns: “já”, “ainda”, “agora”...
Ex.: O aluno AINDA não entendeu que precisa estudar para recuperar a média JÁ perdida..


  • Concluir: para iniciar uma conclusão relacionada às ideias apresentadas anteriormente. Operadores mais comuns:  “portanto”, “logo”, “pois”, “diante do exposto”, “desta forma”, “em resumo”, “por conseguinte”, “a seguir”
Ex.: Eu não tenho dinheiro. Não poderei, POIS, comprar este produto. 

  • Alternar argumentos que levam a conclusões distintas, diferentes, ou alternativas: indicam  possibilidades ou alternativas de conclusões, excluindo-se uma das possibilidades. Operadores mais utilizados: “ou então, quer isso… quer aquilo, ou... ou, ora... ora, já... já, não... nem, quer... quer, seja... seja, talvez... talvez. 
Ex.: O menino ORA falta às aulas, ORA deixa de fazer as atividades!  

  • Explicar, ou justificar: quando se explica ou justifica alguma afirmação feita anteriormente. Operadores mais comuns: “porque”, “já que”, “pois”, “isto é”, “assim como”, “no caso”, “prova disso”, “para isso”, “em consequência”, “isto acarreta”  
  • Ex.: Eu não posso comer lasanha, VISTO QUE, tenho alergia a queijo. 

  • Retomar ideias já citadas: são operadores remissivos, que remetem a algo que já foi citado, para seguir a diante. São muito usados em parágrafos de desenvolvimento. Operadores mais comuns: "nesse sentido, nesse esteio, nesse cenário, nesse contexto, nesse caso..." 
Ex.: O aluno é assíduo às aulas e atividades e tira todas as dúvidas com o professor.  Nesse contexto, vê-se um jovem aplicado, que certamente se sairá bem nas avaliações.


  • Indicar a finalidade: denotam a razão, o fim pelo qual algo acontece. Operadores mais comuns: “a fim de que, visando, para que, com o fito de, que, porque, para que.."
Ex.: João saiu de casa bem mais cedo, A FIM DE QUE não se atrasasse para o encontro.


  • Indicar conformidade ou voz de autoridade: para justificar uma ideia com base em afirmações de especialistas, em estudos, ou dados coletados. Operadores mais comuns: “segundo”, “conforme”, “de acordo com”, “como salienta”, “como considera”.
Ex.: Dormir cedo faz bem à saúde, CONFORME estudo publicado na revista Nature.


  • Fazer marcação temporal: indicar quando os fatos e ideias acontecem. Operadores mais usados:  “a princípio”, “na mesma época”, “à época”, “anteriormente”, “posteriormente”.
Ex.:  O desempenho deste jovem está muito bom!  A PRINCÍPIO, ele só tirava notas baixas.

  • Marcação proporção: dar ideia de quantidade, de proporcionalidade entre as ideias e acontecimentos. Operadores mais usados:  “à medida que, à proporção que.."
Ex.: As notas do jovem melhoravam À MEDIA QUE ele se esforçava e estudava mais.


    Vale ressaltar que a intensão desta postagem não é esgotar o assunto. Pelo contrário, há muitos outros operadores argumentativos que podem não ter sido citados aqui, visto a riqueza de combinações que nossa língua nos oferece. 

  O importante é estar atento ao gênero textual, ao objetivo comunicativo em que eles estão sendo empregados, para que se faça a melhor escolha, que resulte em um texto claro, coerente e coeso! 

   

 ANIMAÇÃO

 Assista à videoaula animada deste conteúdo: 

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 Vamos praticar?
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1 de jun. de 2021

Debate Regrado

 


   É um gênero argumentativo oral, que acontece quando duas ou mais pessoas se reúnem para falar sobre um assunto polêmico, buscar soluções para problemas, tomar decisões coletivamente, discutir opiniões diferentes.  

  Com o objetivo de reunir um certo número de pessoas para essa discussão, ele pode acontecer em auditórios de escolas, quadras esportivas, igrejas, salões comunitários...  

     Dependendo da finalidade da discussão, há três tipos de debates.




TIPOS DE DEBATE


 


  •  DE OPINIÃO - Versa sobre temas que geram opiniões controversas. 
 Ex.: redução da maioridade penal no Brasil; 
  •  O DELIBERATIVO - Trata das questões que precisam ser decididas pelo coletivo. 
Ex.: uso dos espaços coletivos da escola; 
  •  PARA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS - Visa a apresentação de solução para problemas vividos pelo coletivo. 
Ex.: pichação do espaço escolar. 
   

   O debate regrado tem esse nome porque possui regras, que são apresentadas pelo moderador aos participantes, antes de seu início.
    Essas regras podem ser:

  •  Qual será o tema do debate;
  •  Qual será o tempo de fala de cada participante;
  •  Quantos blocos ou rodadas haverá no debate;
  •  Se a plateia poderá ou não fazer perguntas, etc. 

 
PARTICIPANTES DO DEBATE REGRADO:


  •  Moderador ou mediador - Dita as regras, coordena os turnos de fala, avalia os argumentos, inicia e encerra a discussão.

  •   Debatedores - Expõem suas ideias e tentam convencer os interlocutores, por meio de argumentos e contra-argumentos. Audiência ou público - São as pessoas que assistem ao debate e podem fazer perguntas aos debatedores. Pode tomar partido sobre o tema discutido e decidir sobre a melhor exposição.
  • Público ou audiência - Pode fazer perguntas aos debatedores, se isso tiver sido combinado antes do debate. De todo modo, ele vai sempre analisar os pontos de vista e argumentos e aderir às ideias de um ou outro.  



 COMPORTAMENTO DOS PARTICIPANTES:

   Durante todo o debate, os participantes devem se tratar com RESPEITO, ouvindo com atenção um ao outro, sem ironizar, interromper a fala, ou usar palavras de baixo calão. 


 DEBATE X CONVERSA 

  A conversa é uma interação oral natural e espontânea, em que se abordam temas cotidianos, sem grandes preocupações com linguagem, planejamentos ou persuasão. 


   Diferente disso, no debate regrado, cada participante tem o objetivo de convencer os adversários da validade de sua opinião. 

   Por conta disso, eles precisam planejar seus discursos, para sustentar muito bem suas ideias com bons argumentos e contra-argumentos, já prevendo a discordância dos outros.  (Leia mais em: Operadores argumentativos)


   Assim, além de estudar bem o assunto com antecedência para selecionar o tipo de argumento apropriado ao percurso argumentativo a ser trilhado, os debatedores precisam dominar os mecanismos das trocas discursivas, os turnos de fala, isto é: as réplicas e tréplicas. 


Turnos de fala

 
    É a vez de cada participante falar. Eles são coordenados pelo MEDIADOR e deve ser respeitado por todos. 
   Funciona assim: 

  •  ODEBATEDOR 1 apresenta seu ponto de vista e a justifica com um argumento. 
  •  Em seguida, o mediador passa a palavra ao DEBSATEDOR 2 que, em geral, vai discordar com um contra-argumento: este é o direito de RÉPLICA.
  •  Depois, a palavra pode voltar ao DEBATEDOR 1, que, em seu direito de TRÉPLICA, vai contra-argumentar as ideias de seu opositor.


Assista a uma animação rapidinha sobre este conteúdo: 

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REFERÊNCIAS: 

Debate Regrado. Se Liga na Educação, teleaula de Língua Portuguesa, apresentada em 10/05/2021. Disponível em: https://drive.google.com/file/d/1OwuK7x5aQWDP7hLRwGP_02SRnYAgtpN-/view 



Vamos fixar este conteúdo com ATIVIDADES? 

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1 de dez. de 2020

PET vol. 7 - 7° ano: Vídeos e Gabaritos

    Este 7° volume do Plano de Estudos tutorados começou a ser trabalhado em 30 de novembro de 2020, junto com o PET 300 anos de Minas Gerais. 
      Junto com os PET volumes 1 a 6 e o Comemorativo de 300 anos de Minas Gerais, ele completa as 800 horas na Carga Horária do Aluno, conforme exigido pelo MEC. Então, ele será o último volume do Regime de Estudos Remotos de 2020, antes do PET Avaliativo.  

CONTEÚDOS deste PET: 


UNIDADES TEMÁTICAS: 
         - Leitura, Análise linguística/ semiótica; Produção de textos.

HABILIDADES do CRMG: 

        -  

Orientações
A seguir, vídeos de ORIENTAÇÃO sobre como fazer as atividades 

Semanas 1 e 2 

  

Você assistirá neste vídeo conteúdos sobre:



















• Texto jurídico e Carta de Reclamação;  

























Semanas 3 e 4

Você assistirá neste vídeo conteúdos sobre :

































•  Pronomes e Conjunção coordenativa  













            Resolução das atividades

  









Correção Semanas 1 e 2













 





Correção Semanas 3 e 4  



Animação

GABARITOS 



      
 Lembrando que, por enquanto, trato apenas do componente de LÍNGUA PORTUGUESA do SÉTIMO ANO. 

      

  • Gabarito em imagens abaixo: 

 PET Regular vol. 7 - Semana 1 

 



 PET Regular vol. 7 - Semana 2




PET Regular vol. 7 - Semana 3  (em breve)
    

   

 PET Regular vol. 7 - Semana 4

   
   


 



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